domingo, 28 de outubro de 2012
sábado, 3 de dezembro de 2011
O mundo invisível de cada um
(Elaine Brum)
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
O porquê de Godard
A polícia é para a sociedade o que o sonho é para o indivíduo.
A sociedade capitalista cria bens que não satisfazem necessidade nenhuma, da bomba atômica aos copos plásticos.
Se eu vier a te amar você está ferrado.
Tudo o que você precisa para fazer um filme é uma mulher e uma arma.
Para ser imortal e depois morrer.
Eternidade não é apenas o mar e o sol.
Sou um grande ponto de interrogação no meio do Mediterrâneo.
Cinema é a fraude mais bela do mundo.
(Jean-Luc Godard - Cineasta francês)
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Em defesa da Cultura
Danilo Santos de Miranda - diretor do Departamento Regional do Servico Social do Comércio (Sesc)
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Eterno retorno
Fridrich Nietzsche
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Quando te escutei
não olho pra mim
o meu reflexo
está desbotado
então prefiro olhar você perto de mim.
Eu vou explodir
eu vou quebrar
só pra ver
o sol raiar feliz
Eu só serei
feliz aonde você estiver
perto a mim
com o seu sorriso
lindo lunar.
Se o meu corpo tremer
você saberá
que ao seu lado estou
você vai ver
eu estarei até o fim
eu vou explodir
eu vou quebrar
só pra ver
o sol raiar
feliz.
* música cantada, lindamente, pelo poeta Sérgio Madeira
domingo, 21 de novembro de 2010
mas a cabeça grita
como turista.
Enquanto confuso
não escrevo
e te procuro para ser
meu diário inacabado.
Me divido em pequenos espaços
infinitos tamanhos sem tamanhos
enquanto procuro
não te perder no tempo.
O detalhe no mínimo
quando o pertubador se revela
no momento do sim
na montanha russa sem fim
Adaptado de Vanessa Faria
sábado, 4 de setembro de 2010
Para: um dia especial
“Digam o que disserem, o mal do século é a solidão. Cada um de nós imerso em sua própria arrogância, esperando por um pouco de afeição” já nos dizia o glorioso Renato Russo no fim do século passado... acho que as coisas não mudaram muito desde então.
Vivemos um uma sociedade completamente consumista. Cada vez mais são produzidos e criados produtos e facilidades que atraiam mais e mais as pessoas. Esses bens e serviços, apesar de serem simulacros da realidade, a tornam mais interessante, logo há uma supervalorização do objeto, do simulacro, que intensifica, embeleza e faz da vida um espetáculo.
Porém, com a crescente valorização disso tudo, as pessoas acabaram deixando de lado os valores... O niilismo tomou conta, fica agora o vazio, o narcisismo, o individualismo, cada um lutando por seus próprios interesses, sem se importar com as pessoas que estão em sua volta, a não ser quando estas lhes são, de alguma forma, necessárias.
Chega a ser engraçado pensar no que nos tornamos... nunca tivemos tantos meios de estarmos próximos, e nunca tivemos tão distantes um do outro. Me pergunto: Por que? Com certeza não há uma única resposta para tal pergunta, mas acredito que um dos motivos para agirmos de tal forma seja o medo... Sim, o medo: medo de darmos mais amor, mais atenção, mais consideração, mais afeto do que recebemos. É muito mais cômodo evitar o sentimento, afinal assim não sofremos. Esperamos dos outros um sinal para que possamos nos aproximar sem medo, e os outros esperam de nós o mesmo. Todos esperam... poucos agem sem esperar nada... portanto, “se alguém já lhe deu a mão e não pediu nada em troca, pense bem, pois é um dia especial...”.
domingo, 29 de agosto de 2010
Os próximos, os irmãos e os não tão próximos
Do iluminador poeta Finn - http://3x4-3x4.blogspot.com/