domingo, 26 de dezembro de 2010

Sonho de uma noite de verão

O olho do poeta, rolando num frenesi,
Vai da Terra para o céu, do céu para a Terra;
E enquanto a imaginação vai dando corpo
A formas e coisas desconhecidas
a pena do poeta
Transforma-as em figuras e dá ao nada etéreo
Um nome
e um lugar
para morar.
(William Shakespeare)

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