sábado, 8 de outubro de 2011

Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto
Me lembrou Carlitos...

A lua
Tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria
Um brilho de aluguel

E nuvens!
Lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas
Que sufoco!
Louco!


(O bêbado e a equilibrista - Elis Regina)

Um comentário:

  1. "... pedia a cada estrela fria
    um brilho de aluguel..."

    ResponderExcluir